Impeachment Day is coming


-Olivia, você acha que o impeachment vai resolver o problema da corrupção do Brasil?
 
R: É óbvio que não. Isso seria ingenuidade.
 
-Mas então, porque você é a favor do impeachment?
 
R: porque a presidente cometeu crimes de responsabilidade previstos na constituição, o que embasa legalmente o processo de impeachment, que, IMPRESCINDÍVEL REITERAR, não é golpe e está previsto na constituição.
 
-Mas não há evidência de fato de crimes de responsabilidade.
 
R: FALSO. Os crimes de responsabilidade pelos quais a presidente está sendo acusada foram constatados a partir de informações PÚBLICAS, OFICIAIS, dadas pela pela própria presidência, que ainda tentou defender as tais pedaladas fiscais. Ou seja, nem o governo nega. É um CRIME CONFESSO. QUER EVIDÊNCIA MAIOR??
 
-Você é anti-petista e também protesta abertamente contra o PT. Isso não influencia no seu apoio ao processo de impeachment? Você não é pró-impeachment só porque é anti-PT?
 
R: Hahaha, não. Se você acha que eu apoio o impeachment porque sou anti-petista, está errado. Se não houvesse evidência de crime de responsabilidade, eu não apoiaria o impeachment. Me restaria apenas a liberdade de expressão de “fazer beicinho” e de protestar contra as políticas do PT e articulção política. Mas houve uma conjunção de fatores que me faz protestar a favor do impeachment e contra o PT simultaneamente.
Não é culpa minha se as evidências que sustentam o impeachment são uma amostra indireta, mas muito óbvia, de todas as verdadeiras políticas e compromissos assumidos pelo Partido dos Trabalhadores desde esse tomou o poder, políticas essas às quais sou veementemente contra. Compromissos nao-republicanos, abjetos, que JAMAIS tiveram em vista um plano para melhorar o Brasil, mas ao contrário, colocar o país em segundo plano, em nome de um projeto maior e vil, um PACTO com todos os líderes esquerdistas da América Latina, para garantir a permanência eterna no poder de todos os líderes esquerdistas da America Latina, em detrimento da constituição de cada país envolvido, em detrimento de seu povo e da vontade do mesmo. Esse pacto de chama Foro de São Paulo, e as evidências do que eu disse acima estão registradas em vídeo abertamente na internet para todos verem, tendo Lula como cabeça do pacto. Não inventei nada. Não é segredo.
Em nenhum desse vídeos você verá nenhum líder falando sobre como melhorar seu respectivo país. O único discurso consistente é como perpetuar a esquerda no poder. Ignorando a constituição de seu próprio país. ISSO SE CHAMA GOLPE INSTITUCIONALIZADO.
Tivemos pedaladas fiscais porque, além de corrupção, que não é exclusividade petista, o PT enviou BILHÕES de dólares de dinheiro do pagador de impostos brasileiro para financiar projetos EM OUTROS países. Portos e aeroportos em Cuba, Uruguay, Venezuela, Colombia, etc. Perdão da dívida e empréstimos a países africanos liderados por ditadores sanguinários, até doações ao grupo Hamas o PT fez.
O PT tripudiou TANTO do pagador de impostos brasileiro que esqueceu que governa o Brasil, e não a América Latina, e que também teria que prestar contas aqui. E na hora de prestar contas, deu no que deu. Agora, eles que enfrentem as consequências.
Por isso o meu grito é Impeachment e Fora PT, e não apenas “Impeachment”.
 
-E depois?
 
R: Do Impeachment? Bom, em primeiro lugar, SE o Impeachment ocorrer, o Castelo de cartas deve continuar caindo. Que caia Temer, que caia Cunha, Renan, e todos os líderes de partidos fisiológicos vira-casaca que compactuaram com a farsa petista durante todos esses anos. Que se chame novas eleições, que venham novos políticos, e não políticos de carreira, que se faça uma reforma político-eleitoral de verdade, e que venha a mudança.
Temos um longo caminho pela frente. Mas se o PT não for legitimamente destituído do poder, temos apenas um grande Muro de Berlin e anos de recessão e crise à nossa frente.
Amanhã vai ser um dia de grandes emoções e animosidade.
Se ergues da justiça a clava forte, verás que um filho teu não foge à luta, e nem teme quem te adora a própria morte, terra adorada.
Estarei até o fim esperando o destino do nosso país.


This is what will be of Brazil if PT remains in power


Brazil is the next Venezuela.
This is what Brazil will become in case population keeps re-electing Lula’s leftist party:

“This is a Food Line in Venezuela”

 



Pela Dissolução do Congresso Nacional


Para que as reivindicações dos protestos sejam cumpridas é necessário primeiramente uma reforma política. Mas para isso eu acho que é necessária e imprescindível a dissolução do congresso nacional, pois os políticos que lá estão não vão legislar em favor das reivindicações das passeatas, pois ou eles não entendem (pois não sabem pensar “out of the political box”), ou entendem mas não se importam, com o fato de que a raíz do problema são justamente eles, e que nenhuma das reivindicações vai ser cumprida se eles continuarem lá, do jeito que eles são. Basicamente, eu acho que o congresso nacional precisaria de psicoterapia para entender qual é sua doença e então tentar se curar. Mas o congresso não é uma pessoa. Por isso eu acho que a dissolução do congresso nacional, com convocação de nova eleição, proibindo qualquer deputado atualmente eleito, suplente, ou familiar de deputado e de suplente de se candidatar, assim como qualquer pessoa que se candidatou nas ultimas eleições, e assim como qualquer pessoa com processo na justiça por qualquer motivo – nenhum poderia ser candidato. Os novos candidatos deveriam ser apartidários, e somente serem permitidos para se afiliar a um partido político 4 anos depois que a reforma política aprovada entresse em vigor, sem possibilidade de se reeleger, e sem possibilidade de trocar de partido, jamais, para evitar que eles próprios possam se beneficiar da reforma polítca. Deste modo se estaria resetando o estado atual da política nacional, se estaria removendo velhas oligarquias e alianças políticas que tem prejudicado o Brasil há anos. Eu não creio que os politicos atuais sejam capazes de fazer nada. Eles são umas toupeiras, e eles não querem fazer nada. Dissolução do congresso nacional sim – mas sem isso significar ditadura, que fique bem claro. Esta é minha unica reivindicação, porque sem ela, todas as outras não vão se tornar realidade.



Pronunciamento da Presidente Dilma Rousseff sobre os manifestos no Brasil


INTERPRETANDO DILMA NA TV (Dilma’s pronouncement for dummies)

O Brasil retórica retórica retórica retórica retórica democrática e as manifestações pacíficas são retoricamente lindas. Porém, a violência retórica, retórica, retórica combatida. A minha geração retórica retórica retórica retórica (pula parte onde diz que fez luta armada e foi terrorista a se faz de vítima torturada) retórica retórica pelo Brasil. Vamos não resolver os problemas fazando a mesma merda que já não estamos fazendo, inclusive trazer milhares de médicos estrangeiros, retórica retórica retórica. Vocês tem que ser partidários porque só com partidos o PT pode continuar no poder e sem partidos não podemos continuar sendo corruptos e mantendo esta estrutura administrativa ridiculamente cara aos seus bolsos. Retórica retórica o Brasil é o país do futebol e vôces brasileiros são obrigados a fingir que amam a copa do mundo para que possamos fazer falsa propaganda sobre o o país no exterior e fazer essa merda dessa copa de uma vez por todas. Retórica retórica retórica, em resumo, entendo como presidenta tudo que vocês querem mas estou cagando e andando e não quero mudar nada então estou fazendo esse discurso retórico só pra ocupar espaço na TV.



Do Not Go To Brazil


Fãs Cegos e uma Vitória Falsa


Queria falar um pouco sobre as reações de alguns socialistas ao plano do Brasil de importar seis mil médicos formados na Cuba.

Primeiro, deixe-me descrever a situação. O interior do Brasil não é bem desenvolvido. Em muitas cidades pequenas faltam serviços básicos. Coisas básicas como ruas pavimentadas, bancos, remédios, saneamento básico, conseguem estar em falta. Frequentemente as escolas não são boas. Como você pode imaginar essas vilas não são lugares atraentes para um profissional de classe média morar. Entre as várias coisas que podem faltar estão médicos.

Ler mais…




How fandom and ideology blinded the Brazilian left from seeing the blatant exploitation of Cuba’s doctors.

Read the full article here.



O Petróleo é Nosso – nós quem?


Acho o cúmulo essa discussão sobre o destino dos royalties do petróleo. A Petrobrás é mista, mas ainda é majoritariamente uma estatal. Uma estatal *do Brasil*. Não é estatal “do estado do Rio de Janeiro”, nem “de Santos”, nem da Conchinchina nem de Cacimbinhas. Na época da redemocratização e abertura econômica uns viviam “acusando” outros de serem neoliberais que venderiam o país às corporações estrangeiras, demonizando as privatizações, essas criaturas malévolas de chifre e tridente que dominariam nosso país com seu capitalismo selvagem. Os anos se passaram, as privatizações ocorreram, os “outros” sairam do poder e os “uns” entraram e também fizeram privatizações, e no fins uns e outros se mostraram não tão diferentes assim. Tanto que eles parecem ter esquecido o que é uma estatal: tratam a divisão dos royalties do petróleo como uma empresa privada que decide qual CEO vai ganhar o maior bônus no final do ano. Mais capitalismo selvagem, impossível. Parabéns. Os royalties do petróleo pertencem igualmente a cada brasileiro, e não só aos estados produtores.



God Bless America


The title of this post is today’s trending topic on Twitter. #GodBlessAmerica. Today America and the world reminisce again the loss of thousands of dear ones.

 

I’m not going to overanalyse 9/11 and go through it all over again like thousands of bloggers, news agencies and international affairs people have been doing. You can find political and social analysis of 9/11 chewed and spitted all over the web. I don’t have anything of value to add to it. It changes in nothing what happened.

 

I didn’t lose a dear one on 9/11, but I feel like sharing  my memories of it.  To me 9/11/2001 was the singlemost event of my existence – I’m going 32 this year.  Nothing else that happened during my lifetime that was as memorable – in a bad way – as seeing the WTC collapsing to the ground via live TV broadcast.

 

And then there’s the classic question “Where were you when…?”

 

 

In the morning of Semptember 11th, 2001, I was still a medical student. I was arriving at the Pavilhão Pereira Filho Lungs Hospital to see patients and for a lecture. I entered the hospital. The waiting lounge TV was on, and dozens of people (patients and staff) were gathering around the TV, as if hypnotized. The first plane had already hit the first tower. I thought that was all very funny and strange at the same time, and asked the lady next to me: “What film is that?”, to which she replied “It’s not a film. A plane crashed into the building.” That sounded delirious, surreal, and I was kind of dumbfounded. The woman had barely finished talking when the second plane hit the second tower. Then I said ‘oh my god’ in a low voice and my brain went on in an endless “what the fuck” loop for a pretty long time until it actually got to me that that was no film and something was really happening. Then I went up the stairs for a lecture that took place only in our bodies but not in our minds, because we had our cell phone radios on and even the professor would stop the lecture to ask on updates about “the situation”.  Everyone was worried, because even though the attacks occured in the USA, the motive for the attacks and the attackers were both initially unknown, and everyone was afraid of being blown up as well.  I had to see patients in the hospital wards that day. The hospital wards are filled with televisions – every room, every corridor. Eventually my medical examination and interview would be interrupted by the patient pointing to the TV set and mumbling something. After I was done with my daily activities I went to the med school cafeteria – which was crowded with other fellow students looking at the TV and debating the attacks and American foreign affairs. And that was 9/11 for me.

 

Aftermath: all the bad talk and international debate about the role of American foreign affairs in the attacks and the whole war against terror thing came only weeks/months later. The shock wave of the implosion of the WTC was stronger than anything and uttered immediate revenge

and so it goes.



Norwegian Justice


A lot of people are very critical of Norway’s maximum sentence being only 21 years in the face of the mass murders this past Friday. Some are even going so far as to hope that they will raise the sentence limit and apply the new limit to the crime.

 

To the first part of that, within the bounds of international laws and treaties to which it is party, Norway is free to craft its justice system however it wishes. It doesn’t have to fit your idea of justice, or mine, or Burundi’s, or whatever. Furthermore Norway has a very low crime rate, so it is difficult to level much legitimate criticism at it as being dysfunctional in any systematic way.

 

The idea that Norway should alter itsjustice system after the fact and applying it this crime is particularly odious. Regardless of whether you think this sort of emotional knee-jerk change is justified, it is not going to happen. Known as an ex post facto law, they are forbidden by the Norwegian constitution (as well as many other countries’, including the United States’ and Brazil’s, even Iran’s).

 

It is not like Norway is some banana republic rife with crime and corruption. If it were, I would add my voice right along side these critics.

 

I am not going to that one doesn’t rewire ones justice system based on one extraordinary event, Norway may decide that is something they wish to do. I will say that doing it in the heat of the moment is nearly always a bad idea. This is the same sort of emotional spasm that led to the US congress passing, without barely a debate, the tome of civil rights pummeling laws known as the Patriot Act.

 

According to some ideals, 21 years is not enough, but as this is a Norwegian crime, committed in Norway, by a native of that country. It is their ideals that matter here and now.



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