Pela Dissolução do Congresso Nacional


Para que as reivindicações dos protestos sejam cumpridas é necessário primeiramente uma reforma política. Mas para isso eu acho que é necessária e imprescindível a dissolução do congresso nacional, pois os políticos que lá estão não vão legislar em favor das reivindicações das passeatas, pois ou eles não entendem (pois não sabem pensar “out of the political box”), ou entendem mas não se importam, com o fato de que a raíz do problema são justamente eles, e que nenhuma das reivindicações vai ser cumprida se eles continuarem lá, do jeito que eles são. Basicamente, eu acho que o congresso nacional precisaria de psicoterapia para entender qual é sua doença e então tentar se curar. Mas o congresso não é uma pessoa. Por isso eu acho que a dissolução do congresso nacional, com convocação de nova eleição, proibindo qualquer deputado atualmente eleito, suplente, ou familiar de deputado e de suplente de se candidatar, assim como qualquer pessoa que se candidatou nas ultimas eleições, e assim como qualquer pessoa com processo na justiça por qualquer motivo – nenhum poderia ser candidato. Os novos candidatos deveriam ser apartidários, e somente serem permitidos para se afiliar a um partido político 4 anos depois que a reforma política aprovada entresse em vigor, sem possibilidade de se reeleger, e sem possibilidade de trocar de partido, jamais, para evitar que eles próprios possam se beneficiar da reforma polítca. Deste modo se estaria resetando o estado atual da política nacional, se estaria removendo velhas oligarquias e alianças políticas que tem prejudicado o Brasil há anos. Eu não creio que os politicos atuais sejam capazes de fazer nada. Eles são umas toupeiras, e eles não querem fazer nada. Dissolução do congresso nacional sim – mas sem isso significar ditadura, que fique bem claro. Esta é minha unica reivindicação, porque sem ela, todas as outras não vão se tornar realidade.



Políticos Brasileiros não entendem nada


Não creio nas coisas que escuto na GloboNews. “O governo não sabe o que vai ouvir e o que vai negociar com os protestantes porque as reivindicações são esparsas e o movimento é apartidário e não tem líder. O governo não sabe por onde começar.” Os nossos governantes são completamente idiotas, retardados, incapazes de entender que a grande moral da história de toda esta manifestação é justamente que eles, os governantes, perderam totalmente a credibilidade junto ao povo, que a POLITICA brasileira está desacreditada A TAL PONTO QUE OS MANIFESTANTES SE RECUSAM A LEVANTAR BANDEIRAS PARTIDÁRIAS DURANTE AS MANIFESTAÇÕES, pois já ficou claro que tomar partido político aqui não significa porcaria nenhuma. Vocês, governantes, não vão negociar com os protestantes porque não entendem que, para negociar com os protestantes, a primeira coisa que precisa mudar é a sua própria atitude em relação ao povo.



Por uma lei proibindo membros de igrejas de serem candidatos.


Precisamos de uma lei proibindo membros da igreja e serem candidatos.
Minha revolta quanto à presença de membros de igrejas no legislativo (“bancada evangélica”), executivo e judiciário não tem fim. Me preocupa muito o “boom” evangélico no congresso nacional e o ganho de espaço político de religiosos como, por exemplo, a quase-vitória de Russomanno em SP, e agora o tal Marco Feliciano… Será que é constitucional fazer um PL proibindo pastores, padres, freiras, pajés, rabinos, pais de santo e/ou membros de qualquer igreja de se candidatarem ao legislativo, executivo e de ocuparem cargos no judiciário? Membros de igrejas deveriam ser compulsoriamente banidos de serem candidatos ou ocuparem qualquer cargo na esfera dos três poderes, sob risco de comprometer a laicidade do estado, que aliás já está quase indo a óbito. O máximo de religiosidade que um Estado poderia se permitir é a bagagem religiosa individual de cada parlamentar, coisa que vem de casa, de educação, de criação familiar.

A CANDIDATURA DE MEMBROS DA IGREJA A QUALQUER CARGO EM QUALQUER ESFERA DOS TRÊS PODERES DEVERIA SER PROIBIDA, PONTO FINAL.



Skip to toolbar