Por uma lei proibindo membros de igrejas de serem candidatos.


Precisamos de uma lei proibindo membros da igreja e serem candidatos.
Minha revolta quanto à presença de membros de igrejas no legislativo (“bancada evangélica”), executivo e judiciário não tem fim. Me preocupa muito o “boom” evangélico no congresso nacional e o ganho de espaço político de religiosos como, por exemplo, a quase-vitória de Russomanno em SP, e agora o tal Marco Feliciano… Será que é constitucional fazer um PL proibindo pastores, padres, freiras, pajés, rabinos, pais de santo e/ou membros de qualquer igreja de se candidatarem ao legislativo, executivo e de ocuparem cargos no judiciário? Membros de igrejas deveriam ser compulsoriamente banidos de serem candidatos ou ocuparem qualquer cargo na esfera dos três poderes, sob risco de comprometer a laicidade do estado, que aliás já está quase indo a óbito. O máximo de religiosidade que um Estado poderia se permitir é a bagagem religiosa individual de cada parlamentar, coisa que vem de casa, de educação, de criação familiar.

A CANDIDATURA DE MEMBROS DA IGREJA A QUALQUER CARGO EM QUALQUER ESFERA DOS TRÊS PODERES DEVERIA SER PROIBIDA, PONTO FINAL.



Bancada Evangélica lidera comitê de direitos humanos


Sempre que eu penso que nada pior pode surgir das entranhas podres da política brasileira, lá vem mais um petardo ainda maior e mais nauseabundo. Dessa vez a bomba é a seguinte: os seres evangélicos abjetos que ocupam um lugar no congresso nacional e que se auto-denominam “bancada evangélica” vão liderar a comissão de direitos humanos da câmara. Sim, esses são os mesmos seres que alegam ser os bastiões da moral e guardiões dos bons costumes. É, bons costumes, sabe? Como por exemplo propagar o ódio a gays, negros, aborto, mulheres, sexo, contracepção, qualquer outra religião que não seja a deles próprios, enfim, todas essas coisas erradas e imorais. De fato, no Brasil nada é tão ruim que não possa piorar. Brasil é que nem usuário de crack: um caso perdido.

Bancada Evangélica Deve Presidir Comissão de Direitos Humanos



Reportagem da Super sobre a Bíblia “Sagrada”.


Esse mês a reportagem de capa da Super Interessante (que jé deixou de ser interessante há muito tempo) é sobre “A Bíblia como você nunca leu.”
Sou agnóstica, ponto. Claro que eu não esperava que a reportagem fosse uma ode ateísta, porém esperava mais, mesmo assim gostei, pois traz a tona a discussão racional num país ignorante por vontade própria e onde a podridão evangélica fede mais a cada dia que passa.
A reportagem é uma releitura do aspecto histórico-cultural hebraico da biblía, e não um libelo anti-teísta, mas ainda acho que serve para o propósito de mostrar o que a bíblia realmente e literalmente é: uma compilação de textos pseudoepigráficos que revela hábitos sócio-culturais e crenças dos habitantes DAQUELA REGIÃO, NAQUELA ÉPOCA, e que NADA tem de profético ou messiânico, e que JAMAIS foi escrita ou compilada com tal propósito, sendo portanto as religiões cristãs o resultado de um crasso e absoluto problema de má interpretação de texto. Se fosse hoje em dia, a pessoa que inventou o cristianismo ganharia nota zero na prova de interpretação de texto por tangenciar o tema e ver muito além do que o texto quer dizer.”



Happy Easter Holidays


Easter is a surrelistic holiday anyway: for some it means the return of dead guy who claimed to the be the son of something that we have no prove to exist. For others, it means celebrating the life of bunnies that lay chocolate eggs. I pick the last one. At least chocolate and bunnies exist.
*off to watch old Peanuts easter special*

Origami Bunnies



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